As carraças normalmente estão instaladas em
ervas e arbustos e alojam-se no pêlo do cão quando este roça
ou se espolinha nessa vegetação.
O processo de as remover merece alguns cuidados. A carraça
ao sugar o sangue do animal crava-lhe umas pinças na pele para
melhor se agarrar. Por isso, ao puxar-se, que é a tendência
normal da pessoa inadvertida, o parasita oferece resistência e
deixa ficar essas garras na pele do cão, ocasionando infecções
que podem ser graves.
Um processo de remover o parasita consiste em aplicar
sobre ele éter embebido em algodão em rama para o “adormecer”
e então extraí-lo com uma pinça mas sem exercer
muita força. O sítio da picada deve ser depois desinfectado
com álcool e Betadine.
primeiro a morte do parasita para então o retirar em seguida.
Mas o problema da picada da carraça não
se resume ao incómodo em si, mas às consequências
que podem ser muito graves ou mesmo fatais se a carraça estiver
contaminada. A mesma carraça pode transmitir apenas uma ou mais
doenças, entre elas a erlichiose e a babesiose. Esta doença
também é transmissível ao homem (febre da carraça)
mas apenas se ele for picado por uma carraça portadora e não
pelo simples contacto com o cão infectado.
Veja a forma como estas doenças se desenvolvem,
como se previnem e qual o seu tratamento.
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